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Brasil deve ser 5º maior mercado publicitário do mundo em 2015



O Brasil deve avançar uma posição e se tornar o 5º maior mercado publicitário do mundo em 2015, segundo estudo da Zenith Optimedia. Atualmente, o país é o 6º mercado, de acordo com o estudo. Por conta do crecimento, o país deve tomar a posição do Reino Unido, hoje em 5º, que deve cair para 6º. No total, o mercado brasileiro deve movimentar US$ 23,9 bilhões em 2015.
 
O Brasil está em terceiro lugar entre os dez países que mais devem contribuir para o crescimento dos gastos com publicidade entre 2012 e 2015, trazendo nova entrada de recursos para o mercado, de acordo com o estudo. O país deve trazer US$ 5,7 bilhões, menos apenas do que os Estados Unidos e da China. O crescimento de gastos com anúncios teve o maior crescimento entre todas as regiões do mundo, expendindo 13,2% na América Latina de 2012 para 2013.
 
Os mercados emergentes devem contribuir com 63% do crescimento do gasto com propaganda entre 2012 e 2015, aumentando sua quota de gasto com propaganda global de 34% para 38%.
 
Internet


A publicidade na internet deve ultrapassar jornal o total de publicidade em revista e jornal em 2015, diz o estudo.
 
A internet continua sendo o meio mais rápido crescimento de longe, aponta o estudo, com crescimento estimado em 15,1% no ano passado e previsão de crescimento anual de 14% para  2013 a 2015. A internet é, de longe, o maior contribuinte de novos dólares para o mercado global de anúncios. Entre 2012 e 2015, esperamos que a publicidade na internet dê conta de 59% do crescimento no total de despesas.
 
A segunda maior é a televisão, que o estudo prevê que contribua com 40% de crescimento.
 
Mundo


A ZenithOptimedia prevê que as despesas globais com anúncios vão crescer 3,9% em 2013, atingindo US$ 518 bilhões até o final do ano.
 
Esperamos que o mercado de publicidade global se fortaleça em sintonia com a economia, embora o crescimento das despesas com anúncios deva ficar atrás do PIB em todo o período de previsão. As previsões de crescimento para 2014 e 2015 mantêm-se inalterados a 5% e 5,6%, respectivamente, segundo o estudo.

 

Fonte: G1

 

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